Olá...... Hoje vou mostrar aqui como fazer velas decorativas para enfeitar ambientes... ; D Os materiais necessários são: - Velas do tamanho que escolher..... pode ser até vela de sete dias. - Tesoura. - Fita métrica. - Cola branca. - Tecido. - Renda por cima. (opcional). - Um pedaço de feltro. Passo a passo: - Primeiro você deve medir a atura da velas e o seu diâmetro. - Anote as medidas em um papel e depois com uma régua trace no tecido as medidas e recorte. - Passe cola no corpo da vela e cole o tecido, depois passe mais cola por cima, espere secar e pronto! - Para quem optou em por a renda por cima, é só colar a renda encima do tecido, passar mais cola por cima e espera secar. O resultado vai aí abaixo:
Vou fazer um post aqui bem interessante sobre alguns dos cordofones utilizados na música da renascença e do período barroco, nosso primeiro colega a ser apresentado será o alaúde!
Boa leitura a todos!
Seu nome vem do árabe al´ud, que quer dizer ¨madeira¨ e que naturalmente diz respeito a matéria de que é feito o instrumento e, ao mesmo tempo, denuncia sua origem. Vários tipos de alaúdes eram usados nas antigas civilizações Egípcia, Hitita, Grega, Romana, Búlgara,Gandaresa, Turca, Chinesa e Armênia Siciliana, porém, o alaúde só atingiu a sua forma familiar no início do século VII, na Pérsia, Arménia, Bizâncio e no mundo Árabe. Na península Ibérica o alaúde já era conhecido desde o século VIII, quando os árabes a invadiram, e nela se instalaram até por volta do século XV. Mas ao resto da Europa o instrumento só chegou a partir do século XII, levado pelos cruzados que regressavam.
Unknown (Masteer of the Fmale Half-Length Portraits) Three Ladies Making Music 1530-60
Os alaúdes medievais eram instrumentos de
quatro a cinco cordas, e era utilizada uma pena parapalhetar. Haviam alaúdes em vários tamanhos, e no final doRenascimento, haviam sete tipos de tamanhos diferentes (até com grandes
cordas-baixo) documentados. A sua função principal, naIdade Média, era a de acompanhamento a canções e cantigas,
embora até 1.500 exista muito pouca música encontrada que seja diretamente
atribuída a este instrumento.Provavelmente a grande parte dos acompanhamentos
daIdade Médiaedo Pré-Renascimentoeram improvisados, visto a lacuna de registos escritos
com este fim.
Orazio Gentileschi (Italian artist, 1563-1639) Lute player.
A Renascença e o período inicial do barroco ( séculos XV a XVII) foram a época áurea do alaúde na música européia. O cordame do alaúde-tipo compõem-se, a partir do século XV, de seis cordas duplas, que lhe dão sonoridade particularmente doce e contida, o que fazia dele o acompanhador ideal, a época da Renascença, para as declamações de poemas trovadorescos. Nas últimas décadas do século XV, de modo a poder executar apolifonia renascentistanum único instrumento, os lutenistas gradualmente abandonaram o palhetar pelo uso dos dedos e o número de cordas cresceu de seis para cima. No século XVI, o alaúde tornou-se um grande instrumento solista, mas sem perder seu caráter de acompanhador.
Jan Hermansz van Bijlert (Dutch painter, c 1597–1671) Musical Company
No final doRenascimentoo
número de cordas cresceu para dez e durante oBarrocoprosseguiu o seu acrescento de cordas para quatorze,
chegando até ter dezenove cordas. Estes instrumentos, devido ao fato de muitas
vezes terem mais de trinta cordas (tomando as duplas como duas cordas),
precisaram que se alterasse a sua estrutura, inovando-a. No final da sua evolução,
oalaúde-harpae
ateorbatinham grandes extensões de braço anexas aocravelhamepara
acrescentar um grande comprimento de ressonância as cordas graves, e visto que
os dedos da mão esquerda não têm extensão suficiente para ir além das quatorze
cordas, as cordas graves eram colocadas fora da partetrastejada e eram tocadas abertas, formando bordões.
Gerard Terborch (Dutch Baroque Era painter, 1617-1681) Woman Playing the Theorbo Lute and a Cavalier c 1658
O alaúde caiu em desuso depois de 1800 na
Europa ocidental, mas diversos tipos de alaúde sobrevivem em tradições musicais
no sudeste europeu, norte da África e Oriente Médio.
Mais algumas pinturas.....
Jan Hermansz van Bijlert (Dutch painter, c 1597–1671) The Concert 1630s
Jacob Ochtervelt (Dutch Baroque Era Painter, 1634-1682) The Music Lesson (with dog)
Gerard Terborch (Dutch Baroque Era painter, 1617-1681) Woman Making Music
Esta é a postagem de estréia do blog e nela vou ensinar a cultivar esse tempero delicioso e super antigo! :D
O tomilho (Thymus vulgaris) é um subarbusto aromático da família das labiadas que possui folhas bem pequenas e flores rosadas ou esbranquiçadas. É originário dos países da Europa que circundam o Mediterrâneo, assim como também da África, Ásia menor e do Oriente próximo, é especialmente cultivado como condimento e pelo óleo essencial, rico em timol, com apreciável poderantisséptico, muito utilizado contra as afecções pulmonares e como estimulante digestivo.
Também conhecido pelo nome de timo, em infusão, é usado no combate ainfecçõesde garganta epulmonares, naasma, febredos fenos e na eliminação deparasitas. Externamente, alivia picadas, dores reumáticas e infecções fúngicas. Dizem também que é um ótimo combatente da acne.
Além de ter sido consumido por vários séculos como condimento, era também usado em cerimoniais ritualísticos, na idade média antes de um combate, as damas costumavam presentear seus cavaleiros com um ramo de tomilho para deixa-los corajosos e invencíveis.
Os jardineiros antigos gostavam de fazer um canteiro de tomilho para as fadas, porque acreditavam que elas gostavam de descansar em camas perfumadas e floridas.
Na culinária é uma das ¨Ervas da Provença¨, titulação maior de uma planta aromática. As outras são a sálvia, a segurelha e o alecrim. É muito usado em carnes brancas, patês, molhos e pães (eu particularmente adoro colocar tomilho na minha receita de hambúrguer caseiro). Nos vinagres e óleos, depois de prontos, vão perfumar saladas e massas. O tomilho é ainda um dos segredos do perfume do famoso licor Benedictine.
Cultivo:
Requer pouco cuidado e prefere terrenos secos. O melhor período para plantação é na primavera. A planta gosta de pelo menos 5 horas diárias de sol e resiste muito bem ao tempo seco, cuidar muito com as regas, pois o excesso de água pode chegar a matar o tomilho, deve-se observar quando o substrato (terra) estiver seco, aí então regar! (sempre seguir essa regra, tanto no inverno quando no verão). Pode ser plantado em um vaso junto com a manjerona, essas plantas se desenvolvem muito bem juntas e para quem mora em apartamento e não tem muito espaço é uma ótima alternativa de se ter as duas plantas. Pra adubar uso uma fórmula geral que funciona muito bem para todas as minhas ervas:
- 4 colheres de sopa de torta de mamona ou de algodão para cada quilo de terra bimestralmente.
- 2 colheres de sopa de farinha de osso por quilo de terra bimestralmente.